“Flexibilizar a Lei Cidade Limpa é retroceder duas décadas em civilidade urbana”, diz Edison Farah, presidente do Instituto Bairro Vivo

O Instituto Bairro Vivo, em conjunto com a Associação Viva o Centro, e através do nosso líder, o economista e tributarista Edison Farah, demonstra total repúdio ao Projeto de Lei nº 371/2023, de autoria do vereador Rubinho Nunes. Este PL tem a intenção de tornar menos rígida a Lei Cidade Limpa (Lei nº 14.223/2006).

Para Farah, que há muitos anos se dedica à requalificação e à defesa da paisagem urbana paulistana, trabalhando pela excelência da vida nas cidades com foco no bem-estar físico e psicossocial dos cidadãos, esta iniciativa representa um sério risco à memória, identidade e qualidade de vida de São Paulo.

“O projeto, que se vende como moderno, na verdade, cria brechas para o retorno da agressão visual e para a mercantilização desordenada dos espaços públicos. Não vamos admitir esse retrocesso”, afirma o nosso presidente.

Edison Farah, que também comanda o Instituto Bairro Vivo e é membro atuante do Movimento Defenda São Paulo, pleiteia o cumprimento rigoroso da legislação vigente e o reforço de políticas públicas voltadas à proteção do patrimônio urbano e à convivência cidadã no espaço coletivo.

O Instituto Bairro Vivo esteve na linha de frente, capitaneando uma intensa mobilização da sociedade civil paulistana, por ocasião dos debates na Câmara Municipal sobre o projeto da Lei Cidade Limpa do ex-prefeito Gilberto Kassab. Nosso objetivo era convencer os vereadores a aprovarem a lei. “Foi um trabalho exaustivo e de muita articulação para aprovarmos uma lei que devolve à São Paulo sua dignidade urbanística”, relembrou Farah. Saiba mais sobre nossa atuação no Movimento Cidade Limpa.

A Associação Viva o Centro e o Instituto Bairro Vivo estão entre as organizações que dão suporte ao abaixo-assinado em defesa da manutenção integral da Lei Cidade Limpa e do veto a qualquer proposta que tente distorcê-la.